Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

Ninita's

Quem sou eu? Simples, sou uma pessoa normal, que vive numa pequena cidade normal. Sou brincalhona, divertida, trabalhadora e muito simples. Na pratica, sou igual a todas as outras pessoas deste mundo. Bem Vindos a este "meu mundo virtual".

Ninita's

Quem sou eu? Simples, sou uma pessoa normal, que vive numa pequena cidade normal. Sou brincalhona, divertida, trabalhadora e muito simples. Na pratica, sou igual a todas as outras pessoas deste mundo. Bem Vindos a este "meu mundo virtual".

01.08.19

E ai vem as greves e o descalabro total

Ninita

Nos últimos dias, muito se houve falar de greves.


Se nos anos anteriores éramos assolados pelas greves do SEF, das companhias aéreas, dos pilotos, da tripulação, etc,  este ano é a greve dos motoristas de matérias perigosas.

 

E vocês pensam : Outra vez arroz???

 

E eu digo, mesmo na hora certa ! Só que não.


Esta situação afecta e muito vários sectores, que apesar de passarem completamente despercebidos, tambem existem e contribuem em muito para a economia do nosso pais.


Ora vamos lá a alguns exemplos praticos :

Sabemos perfeitamente que Agosto é o mês em que a grande parte das pessoas podem tirar ferias, sendo ferias escolares. E há muita gente que não tem mesmo  de escolha e tem de ir de ferias neste mês do demo.Ora, andam a poupar durante o ano para poderem tirar 1 semana de ferias. Chegam a altura, há greve e o  acaba (como aconteceu da ultima vez e claro que na santa parvalheira demoramos 1 semana a voltar a ser abastecidos). Logo, não podem ir de ferias. O que acontece? Os hotéis ou apartamentos não reembolsam o valor já pago porque estamos já na data e não têm hipótese de voltar a vender. Logo, o pessoal que pagou tudo a tempo e horas fica sem o valor e sem ferias. Mas, não fica por aqui. Os aviões correm o risco de não levantar, colocando em risco Nhipótesecombustível situações, desde ferias, trabalho, etc, etc.
Os bombeiros podem também ficar sem combustível. E não me digam que ha bombas com reservas para estas situações. Meus amigos, estamos a 80km de um Hospital e não ali ao lado. Se algo acontece, ficamos completamente isolados do resto do Pais.

O mesmo acontece com os supermercados. Se os produtos começarem a acabar, ficamos novamente 1 semana a espera que voltem, pois para as coisas cá chegarem, não é automático mas sim lento, quieto e parado.

 

Sim, todos os trabalhadores têm o direito de exigirem condições melhores de trabalho, de lutarem pelos seus interesses. O problema aqui é que o santo governinho lá no topo, só pensa em estar bem e não se antecipam as situações e as tentam resolver com a devida antecedência. Tão preocupados em ter nas suas "cantinas" carninha xpto e peixinho do bom, e o pessoal aqui do interior, que nem 1 autocarro tem para vir para o trabalho, tem de pagar os impostos e cumprir tudo e connosco ninguém cumpre.

 

Se me revolta a greve? Não, nem por isso. Estao no seu direito.
Se me revolta o facto de ninguem antecipar estas situações? Sim, sem duvida.

 

A ver vamos o que ai vem, mas cheira-me que vai ser outra geringonça sem solução e que só vai ser resolvida quando o santinho governo achar que já chega e quando acabarem de fazer pré-campanhas e de encherem a barriguinha aos pobres de espírito que só andam atrás deles para encherem o bandulho e ver se lhes chega a sorte de irem para o poleiro.

 

 

03.07.19

As greves medicas e o que passam os doentes

Ninita

 

Hoje, ao abrir o Sapo, estava a ler uma noticia referente a uma senhora, que ja teve 1 consulta adiada 5 vezes.  Não sei se foi sempre devido a greve ou por outro motivo qualquer. Que teve de se deslocar 20km para ir a consulta e ontem teve 1 cancelada e hoje outra.

Mas, depois lembrei-me de uma coisa que se passou há uns anos atrás.

Depois de muito batalhar, a minha pirralha foi chamada para a operação as amigalas e adenoides. Quase em cima da hora ligam (já com o aviso da greve), para ir ao hospital no dia seguinte fazer as analises de rotina antes da operação e 3 dias depois iria ser operada.

 

Eu ouvi a questão da greve, mas admito que desvalorizei por completo. A "rasquinha", avisei escola, atl, trabalho, etc, etc, para poder ficar com ela depois da operação.

 

La fazemos nos 80km (sim, o hospital fica a 80km), fazemos as analises e tal e pronto. Voltamos para casa, com a ordem de voltar, 3 dias depois, as 07h00.

 

Chega o dia, levanta-mo-nos as 05h30, preparamos-nos e la vamos nós, numa plena noite de inverno, fazer os 80km de uma estrada fantástica (só que não), para estamos as 07h no hospital.

 

Chegamos, o segurança mandou-nos entrar por corredores estranhos, porque ainda não estavam as portas principais abertas e toca de esperar.

Esperamos, esperamos, esperamos.

Até que 3h depois vem dizer que as operações não se iriam fazer. A medica, novita, ate tremia. E as crianças a olharem e sem perceberem o que se estava a passar.

 

E pronto, nem 1 pessoa havia para passar uma justificação de faltas. la teve de ir a medica a procura de um papel, para escrever.

 

Sei que as greves são feitas para os trabalhadores lutarem por aquilo a que têm direito. Sei perfeitamente que se lutam é porque alguma coisa está errada. Mas quem paga, é o povo. Quem se prejudica é o povo. Em vez de serem os altos governantes que estão lá no topo a olhar para o povo e a rirem-se da desgraça enquanto eles comem bifes, a sofrerem na pele os efeitos da greve.

 

Pergunto-me, se o primeiro ministro tivesse 1 problema grave de repente, e o hospital estivesse em greve, quantos corvos não apareciam só porque era XPTO? Pergunto-me, se no caso de acontecer alguma coisa ao dito senhor, pelo simples facto de não haver médicos, se o estado iria processar o hospital, por negligencia. Será que sim????

 

 

Mais sobre mim

foto do autor

Sigam-me

Subscrever por e-mail

A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.

Quem me visitou

contador grátis

Blog Portugal

Arquivo

  1. 2019
  2. J
  3. F
  4. M
  5. A
  6. M
  7. J
  8. J
  9. A
  10. S
  11. O
  12. N
  13. D
  14. 2018
  15. J
  16. F
  17. M
  18. A
  19. M
  20. J
  21. J
  22. A
  23. S
  24. O
  25. N
  26. D