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Ninita's

Quem sou eu? Simples, sou uma pessoa normal, que vive numa pequena cidade normal. Sou brincalhona, divertida, trabalhadora e muito simples. Na pratica, sou igual a todas as outras pessoas deste mundo. Bem Vindos a este "meu mundo virtual".

Ninita's

Quem sou eu? Simples, sou uma pessoa normal, que vive numa pequena cidade normal. Sou brincalhona, divertida, trabalhadora e muito simples. Na pratica, sou igual a todas as outras pessoas deste mundo. Bem Vindos a este "meu mundo virtual".

20.02.19

E quando nos repetimos tantas vezes, que já cansa?

Ninita

 

Ontem, foi a 1.ª consulta na pedo-psiquiatra.


Ou seja, apesar de ser a 1.ª consulta, toca de explicar tudo novamente, tudo outra vez. Desde o inicio desta historia, que já parece que tem barbas, bem maiores do que as barbas do pai natal.

 

Ontem fizeram-me perguntas que nunca tinham feito. Se na gravidez, a bebe se mexia muito ou se era calma, se tinha alguém na família mais violento, etc, etc.

 

Perguntas essas que me surpreenderam, a vários níveis.

Depois de tanta conversa, ainda não há diagnostico, mas vai haver mais um teste (final) para avaliar. E depois vamos ver.

 

Ate a própria Dr.ª estranha porque a escola quer "obrigar" uma criança a tomar medicação, quando mais ninguém vê essa necessidade.


Só sei, que é a ultima tentativa. Fartei-me. Fartei-me de ser sempre olhada como a que está a lutar contra 1 escola, sozinha, sem mais ninguém. Fartei-me de passar por professores, funcionários e sentir todos os olhos pousados em mim, como se eu fosse a louca, só porque defendo a minha filha quando precisa de ser defendida, da mesma maneira que a castigo se assim tiver de ser.

Fartei-me de funcionários a tentar "angariar algum" com falsas acusações.

 

Estou cansada. Muito cansada. De me repetir. De dizer as mesmas coisas 300x e mesmo assim ninguém querer ouvir. Ninguém querer saber, só porque a miúda não é filha de nenhum professor, doutor, advogado, etc (que me desculpem quem tem essas profissões, mas acho que perceberam a ideia).

 

Daqui uns dias, quando tivermos a decisão final, se for a dar razão a uma mãe estreloucada, o festival vai ser outro.

 

Independentemente da decisão, saberei admitir se estiver errada, da mesma forma como saberei exigir os meus direitos se tiver certa.

 

Ate lá, resta-me esperar....

 

Calma e serena... Revoltada e enervada.... 

 

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